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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

A lembrança que você me deu.


Você era tudo o que eu sonhava, tudo que eu acreditava, tudo o que eu esperava que fosse chegar pra mim. Você é quem nunca me olhou, nunca me notou e nunca foi capaz de me fazer feliz.

A realidade é tão distante dos sonhos as vezes, eu olho pra você e só quero que você esteja lá, ao meu lado segurando minha mão, sendo meu parceiro, meu amigo, meu amor. E você está lá, ao meu lado, mas distante, me olha mas não me ver, sabe quem sou mas não me conhece, fala comigo mas não é meu amigo, meu amor, mas não sou sua amada.

E mesmo assim, mesmo na escuridão de um sentimento abandonado eu sorrio por que sou capaz de amar, um dia eu quero olhar pra trás lembrar de você, lembrar dessa história e dizer que mesmo quando não fui amada, não deixei de ser capaz de amar. E na vida é isso que importa e essa é a lembrança boa que eu tenho de você, a lembrança do amor que dediquei a ti.


Luana Fernandes.

domingo, 19 de maio de 2013

Um estranho, um amor, um ônibus.

Hey todo mundo, tô trazendo uma novidade aqui vou postar contos, sobre sentimentos que vivenciamos no cotidiano, são histórias que eu vou escrevendo, agora compartilhando com vocês aqui. É isso.



Um desses dias, voltando do trabalho, entrei no ônibus como sempre faço, e logo vi um moço muito charmoso sentado lá olhando pro lado de fora, naquele momento eu apenas me apaixonei instantaneamente. Sentei ao lado dele, o que pra mim era um movimento bem ousado.

Comecei a pensar, em como era seguro aquele lugar naquele momento. Provavelmente pra as outras pessoas era apenas um ônibus cheio de pessoas como é comum estar, mas naqueles minutos em que eu estava sentada ao lado daquele lindo moço, aquele ônibus era mágico, era seguro, era o lugar certo.

Coloquei meus fones de ouvido como de costume e fiquei com aquele pensamento, vez ou outra nossos olhares se cruzavam, e meu coração acelerava como uma orquestra em perfeita sincronia. Depois de alguns minutos e lindo moço cochilou com a cabeça encostada na janela do ônibus, dei uma rápida olhada e voltei a focar na música que estava ouvindo, encostei minha cabeça no encosto do banco e sem perceber cochilei.

E no momento que percebi que estava dormindo ali, eu acordei, e percebi que estava quase deitada no ombro daquele moço charmoso, e aquele sentimento de conforto me bateu de novo, e fiquei pensando em como é maravilhoso se apaixonar, mesmo por alguns minutos e por um estranho em um ônibus, e enquanto o ônibus se movia eu apenas me sentia segura, ao lado daquele rapaz, algum tempo depois o ônibus parou na integração, todos desceram, o moço foi pra sua parada eu fui pra minha, e aquele sentimento de conforto e segurança tinha ido embora junto com a minha paixão por aquele rapaz, mas a lembrança daqueles minutos nunca se foram.

Luana Fernandes.
Beijos.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

As palavras que de mim fizeram gelo


Naquele momento, num pequeno espaço de tempo de segundos, numa pequena troca de palavras, eu percebi vindo de mim a frieza que jamais imaginei ter, a capacidade de falar palavras poucas, palavras vagas, o nada saindo de mim, o vazio, o oco, o seco, e tudo aquilo que até então não fazia parte de mim.

E nesse ponto da história eu fico tetando entender como vai ser daqui pra frente, eu não desejo despejar em alguém, algo que não era pra ser despejado, eu não quero não me permitir outra vez, eu não quero me manter nesse gelo, aparentemente sem fim, eu não quero trancar as portas. Apenas não sei o que supostamente de fazer.

E a história se repete, e a história se repete. Num piscar de olhos a pessoa que eu supostamente era, foi embora, foi embora por miseras palavras erradas, por inúmeras palavras vagas, e por um vazio sem fim. E por quanto tempo eu vou me permitir, deixar a pessoa que eu sou ou que era, o eu que eu amo ser ou amava, não estar aqui? e por quanto tempo eu vou me permitir viver na intensidade do impacto das palavras vagas, que me levou a perder tudo o que eu era, tudo o que eu lutei pra construir, e por quanto tempo eu apenas não vou me permitir?

O poder dessas palavras sobre mim é tão forte, que pesa mais que mil toneladas, que dói mais que mil chibatadas, que fere mais que mil facadas, e que me paralisa como um coma sem previsão de retorno, e toda essa dor, e toda essa dor, que fere, que dói, que esfria, ainda não se compara ao tamanho do impacto dessas tais palavras vagas, fracas, geladas, sem nada, sem dó, sem amor, que de mim fizeram gelo, que de mim fizeram dor.


Oi gente, decidi escrever umas histórias fictícias aqui pro blog, o que acharam dessa? Comentem.

Beijos.
Luana.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Simples felicidade.


      Com o passar do tempo é possível, perceber que a felicidade é um estado que é simples e fácil de ser alcançado, não se precisa de muito para ser ou estar feliz, digo o sorriso de alguém especial pode te deixar feliz, uma música, um momento, uma lembrança, muitas lembranças, um conjunto de momentos ou somente um momento.

      A felicidade é inexplicavel, mas não devemos entende-la e sim aproveita-la quando ele chegar porque ela chega quando menos se espera, não precisamos buscar justificativas para sermos ou estarmos felizes, apenas vamos viver esses momentos, aproveitar esse estado quando ele vier, e fazer durar, e que dure e que dure...

       Porque a felicidade está dentro de cada um de nós, de tudo o que somos, que temos que vivemos, a essência de cada um traz consigo um potinho cheio de felicidade, tudo que temos que fazer é multiplicar esse potinho aproveitando cada momento de felicidade que tivermos, e fazendo sempre ela ser maior, sorrir, mais de coisas bobas, porque somos bobos, viver mais sem pensar muito no amanhã, simplesmente viver o momento porque ele não volta.

       Uma flor solitária pensou que nunca encontraria um jardim, não sabia ela que uma só flor pode ser um belíssimo jardim, ela nada sabia, vivia a ver as coisas do jeito que queria mas nunca via nada como era realmente, não enxergava sua beleza, nem o seu potencia de ser feliz, de viver lindos momentos, ela nada sabia, nada sabia ela.

       Vivia amargurada e quase nunca se abria para o dia, um dia simplesmente veio alguém e arrancou do lugar onde costumava sempre ficar, e a levou para muito longe dali, chegou em um campo, onde a colocou junto muitas outras flores, todas elas diferentes umas das outras, todas essas flores viviam deslumbrantes e alegres, não se preocupavam com quem era a mais bela, porque cada uma tinha uma beleza especial, não se preocupavam, se ocupavam um grande jardim, mas viam que moravam em um belo lugar, não se importavam se estavam em grande ou pequena quantidade, pois se fossem muitas sempre caberia mais alguém, e se fossem poucas seriam poucas mas seriam muito unidas, essas flores eram felizes, elas eram flores cultivadoras da felicidade, do amor, da vida.

       A flor solitária se perguntou porque nunca tivera pensado dessa forma antes, porque não teria conseguido ser feliz antes, ela então percebeu que para viver a felicidade precisava primeiro encontrar a felicidade dentro dela mesma, e só assim conseguir transmitir isso para todas as flores e pessoas, ela entendeu que a felicidade começa de dentro para fora e que sempre existiu dentro dela, porém não tivera encontrado porque se fechou de tudo por não se sentir bem o a vida que tinha, ela então entendeu que a felicidade está nas coisas mais simples, nas coisas pequenas, estava nela o tempo todo, mas ela não viu, desse tempo em diante ela buscou ver as coisas pelo lado bom junto ao grupo se sentia feliz por ter descoberto que tinha a felicidade, mas não sabia vive-la.

        Procure e encontre tudo o que precisa, mas não esqueça o principal: Ser feliz, a felicidade não precisa ser procurada, apenas olhe para você, olhe ao seu redor, veja nas coisas simples.

Luana Fernandes.